O problema que ele mata
Na maioria dos escritórios, a apuração do Simples mora numa planilha por cliente. A planilha não guarda histórico direito, quebra quando alguém mexe na fórmula, e ninguém compara o faturamento de uma competência com a outra — porque comparar exigiria abrir doze arquivos.
O que a tela faz
- Histórico por competência, empresa por empresa, num lugar só
- RBT12 e alíquota efetiva calculados a partir do histórico — a fórmula do Simples aplicada pelo sistema, não por célula de Excel
- Mês sem movimento tratado: a empresa que não faturou também precisa ser declarada, e é a que a planilha esquece
- Comparação entre competências: o faturamento de cada mês lado a lado, para enxergar queda, salto ou sazonalidade sem montar gráfico à mão
- Fechamento de competência: o mês conferido fecha, e o histórico para de ser editável por acidente
De onde vêm os dados
Do cadastro único — anexo e regime da empresa — e do faturamento lançado ou importado. Escritório que chega agora não começa do zero: o histórico de faturamento entra por importação, porque sem 12 meses de receita acumulada não há alíquota efetiva correta.
O que ele não é
Não é sistema contábil e não substitui a declaração no PGDAS. Ele organiza e confere o movimento antes — o trabalho que hoje é planilha — e guarda o histórico que a declaração não te devolve depois.